Alguns esportes, tais como o tênis, que exigem movimentos vigorosos e frequentes com o punho, podem ocasionar uma tração excessiva dos músculos ancorados no epicôndilo lateral, gerando a epicondilite lateral, também chamada de cotovelo de tenista. Pessoas que não tenham um condicionamento físico suficiente podem apresentar epicondilite lateral do cotovelo com atividades banais, até mesmo devido ao uso constante do mouse do computador.
O tratamento inicial da epicondilite lateral é realizado com compressas, medicamentos para controlar a inflamação e fisioterapia. O objetivo da fisioterapia é aumentar gradualmente a elasticidade e a resistência da ancoragem dos músculos no epicôndilo lateral. Eventualmente, infiltrações podem ser necessárias. Quadros que se tornaram crônicos tem tratamento mais complexo, que podem incluir a ortotripsia.
Sintomas de epicondilite lateral
O principal sintoma da epicondilite lateral é a dor na face externa do cotovelo, que piora ao segurar objetos com o punho estendido, ao apertar as mãos ou ao levantar algo com a palma da mão voltada para baixo.
Em quadros mais avançados, a dor pode se manter mesmo em repouso e reduzir a força de preensão da mão, dificultando tarefas simples, como girar uma chave ou carregar uma sacola.
Diagnóstico da epicondilite lateral
O diagnóstico é predominantemente clínico, feito por meio de testes que reproduzem a dor ao resistir à extensão do punho ou dos dedos. Exame de imagem não é necessário na maioria dos casos.
A ressonância magnética ou o ultrassom podem ser solicitados quando a dor persiste apesar do tratamento conservador bem conduzido, para avaliar o grau de comprometimento do tendão envolvido.
Tratamento de epicondilite lateral e retorno às atividades
Além das compressas, da medicação anti-inflamatória e da fisioterapia já indicadas na fase inicial, o retorno gradual à atividade que provocou a dor é parte importante do tratamento de epicondilite lateral, evitando nova sobrecarga precoce.
Ajustes no gesto esportivo, no equipamento utilizado ou na ergonomia do posto de trabalho ajudam a reduzir a chance de a epicondilite lateral se repetir depois da melhora do quadro.
Nos casos crônicos que não respondem às medidas conservadoras, opções como a ortotripsia podem ser consideradas antes de se discutir tratamento cirúrgico, sempre conforme a avaliação individual de cada paciente.
O tratamento de epicondilite lateral em Brasília é realizado no consultório da Asa Norte, de segunda a sexta, das 8h às 19h, com avaliação detalhada do gesto que provoca a dor.
Perguntas sobre epicondilite lateral
O que é epicondilite lateral e o que a causa?
Epicondilite lateral é a inflamação dos tendões que se ancoram na face externa do cotovelo, geralmente por sobrecarga ligada a movimentos repetitivos do punho, como os do tênis ou o uso prolongado do mouse.
Quais são os sintomas de epicondilite lateral?
O principal sintoma é a dor na parte externa do cotovelo, que piora ao segurar objetos ou apertar as mãos. Em casos mais avançados, a dor pode persistir mesmo em repouso e reduzir a força da mão.
Epicondilite lateral sempre precisa de cirurgia?
Não. A maior parte dos casos melhora com tratamento conservador, incluindo ajuste de atividade, compressas, medicação e fisioterapia. A cirurgia é reservada para quadros crônicos que não respondem a esse tratamento.
Posso continuar jogando tênis com epicondilite lateral?
Depende da intensidade dos sintomas e da fase do tratamento. Em geral, é necessário reduzir ou pausar a atividade que provoca a dor por um período, com retorno gradual conforme orientação na avaliação individual.