Ortopedia em ombro
Quando procurar um ortopedista de ombro em Brasília
Dor no ombro que passa em poucos dias costuma vir de esforço ou de uma noite mal dormida sobre o braço. O que muda a conduta é a dor que persiste depois de duas a três semanas, a que acorda o paciente à noite e a que começa a limitar gestos comuns, como pentear o cabelo, vestir uma camisa ou pegar um objeto na prateleira alta.
Procurar um médico de ombro em Brasília faz diferença maior em três situações: depois de queda ou trauma com o braço estendido, quando há perda de força para levantar o braço, e quando o ombro trava ou sai do lugar. Nesses casos o exame físico precisa separar o que é tendão, o que é cápsula articular e o que é instabilidade, porque o tratamento de cada um é diferente.
Dor no ombro também pode vir da coluna cervical. Quando o incômodo desce pelo braço, formiga nos dedos ou piora ao virar o pescoço, a origem costuma estar no pescoço, e não na articulação. Essa separação é parte da avaliação.
O que causa dor no ombro com mais frequência
A maior parte das queixas de ombro no consultório vem de sobrecarga dos tendões do manguito rotador, o grupo de músculos que estabiliza a articulação. A inflamação desses tendões e da bursa que os protege responde pela dor que piora ao elevar o braço e ao deitar sobre o lado afetado.
- Tendinites e bursites: dor ao elevar o braço, comum em quem faz trabalho acima da cabeça ou treina com carga mal ajustada.
- Ombro congelado, ou capsulite adesiva: a cápsula da articulação enrijece e a perda de movimento vem junto com a dor, às vezes sem trauma nenhum.
- Luxação e instabilidade: o ombro sai do lugar depois de um trauma e, em parte dos casos, volta a sair com movimentos do dia a dia.
- Desgaste articular: menos frequente que no joelho, aparece com a idade e com sequela de fraturas antigas.
Como é a avaliação e o tratamento de tendinite do ombro
A consulta começa pela história: quando a dor apareceu, o que piora, o que já foi tentado e qual gesto ficou impossível. Em seguida vem o exame físico, com testes de mobilidade, de força e de estabilidade que localizam a estrutura envolvida. Exame de imagem entra quando muda a conduta, não por rotina: a radiografia mostra osso e espaço articular, o ultrassom avalia tendão em movimento e a ressonância detalha lesões que podem exigir cirurgia.
O tratamento da maioria das tendinites começa sem cirurgia. Ajuste da carga e das atividades que provocam a dor, fisioterapia dirigida ao manguito rotador e à escápula, medicação por período definido e, em casos selecionados, infiltração. A cirurgia é discutida quando há lesão estrutural que não responde ao tratamento conservador, quando a instabilidade se repete ou quando a perda de função persiste.
O atendimento para dor no ombro na Asa Norte é feito no consultório do Setor de Grandes Áreas Norte, de segunda a sexta. A mesma consulta avalia coluna, quadril, cotovelo, punho e mão, o que evita que o paciente precise de duas agendas para uma queixa só.
Perguntas sobre ortopedista de ombro em Brasília
Onde encontrar um ortopedista de ombro em Brasília?
O consultório fica na Asa Norte, no Setor de Grandes Áreas Norte, Quadra 915, Módulo G, Bloco B, Sala 311, com atendimento de segunda a sexta, das 8h às 19h. O agendamento é feito pelo telefone ou pelo WhatsApp, por convênio ou de forma particular.
Dor no ombro que piora à noite é sinal de quê?
Dor que acorda o paciente ou que impede deitar sobre o lado afetado costuma indicar envolvimento dos tendões do manguito rotador ou da bursa. Não é sinal exclusivo de lesão grave, mas é o tipo de dor que merece avaliação, porque tende a não melhorar apenas com repouso.
Quanto tempo leva para melhorar uma tendinite no ombro?
Depende do tendão envolvido, do tempo de queixa e da carga a que o ombro é submetido no dia a dia. Quadros recentes costumam responder em semanas ao ajuste de atividade e à fisioterapia; quadros antigos levam mais tempo. O prazo é estimado caso a caso, na avaliação, e não pode ser prometido de antemão.
Preciso fazer ressonância para avaliar o ombro?
Nem sempre. A conduta inicial costuma ser definida pela história e pelo exame físico, com radiografia quando há suspeita de alteração óssea. A ressonância é pedida quando o resultado pode mudar a decisão, por exemplo diante de suspeita de rotura do manguito rotador ou de indicação cirúrgica.