O que é a viscossuplementação do joelho?
- O procedimento de injetar ácido hialurônico dentro da articulação do joelho é chamado de viscossuplementação do joelho.
- Este procedimento promove o aumento da viscosidade do líquido da articulação, lubrificando e diminuindo o atrito entre as peças articulares.
- Além deste efeito, o ácido hialurônico, quando injetado na articulação, também atua diretamente em diversos processos químicos diminuindo a inflamação e estimulando as células articulares a produzir substâncias importantes para a saúde das cartilagens.
- Por estes efeitos a viscossuplementação está indicada em pacientes que apresentem desgaste (artrose) dos joelhos.
Dúvidas
Perguntas frequentes
Como é a aplicação de ácido hialurônico no joelho?
Médicos treinados podem realizar este tratamento de forma segura, no consultório e com anestesia local. O procedimento dura alguns minutos e o paciente voltará para casa andando e poderá até mesmo dirigir seu automóvel, logo após o procedimento. É importante, entretanto, que o paciente submetido a este procedimento evite atividades físicas por 48 horas após a realização do mesmo e faça compressas geladas no local da injeção.
De quanto em quanto tempo é necessário repetir a viscossuplementação do joelho?
O ácido hialurônico permanece na articulação por meses, porém são necessárias reaplicações em períodos que variam entre oito e doze meses.
Quem pode se beneficiar da viscossuplementação joelho
A viscossuplementação joelho costuma ser indicada para pacientes com artrose em graus leve a moderado, quando a dor persiste apesar de medidas iniciais como fisioterapia e analgésicos, e antes de se considerar uma cirurgia.
Pacientes com artrose muito avançada tendem a responder menos ao ácido hialurônico, porque a superfície articular já perdeu grande parte da cartilagem que o tratamento ajuda a lubrificar e nutrir.
Como é feita a aplicação em Brasília
A aplicação é feita em consultório, em uma ou em algumas sessões, conforme o produto utilizado e a indicação de cada caso, sem necessidade de centro cirúrgico.
O acompanhamento da resposta ao tratamento é feito no consultório na Asa Norte, com reavaliação da dor e da função do joelho nas semanas seguintes à aplicação, para decidir se e quando repetir o procedimento.
O que esperar depois da viscossuplementação joelho
A melhora da dor costuma ser gradual, ao longo de algumas semanas, e não imediata como em algumas infiltrações com corticoide. O ritmo de resposta varia de paciente para paciente, conforme o grau de desgaste da cartilagem e a causa da dor.
Por não se tratar de um medicamento com ação anti-inflamatória potente, o ácido hialurônico costuma ser combinado a outras medidas, como fisioterapia e ajuste de atividades físicas, dentro do plano geral de tratamento da artrose do joelho.
Perguntas sobre viscossuplementação joelho
Como é a aplicação de ácido hialurônico no joelho?
Médicos treinados podem realizar este tratamento de forma segura, no consultório e com anestesia local. O procedimento dura alguns minutos e o paciente voltará para casa andando e poderá até mesmo dirigir seu automóvel, logo após o procedimento. É importante, entretanto, que o paciente submetido a este procedimento evite atividades físicas por 48 horas após a realização do mesmo e faça compressas geladas no local da injeção.
De quanto em quanto tempo é necessário repetir a viscossuplementação do joelho?
O ácido hialurônico permanece na articulação por meses, porém são necessárias reaplicações em períodos que variam entre oito e doze meses.
Viscossuplementação joelho tem contraindicação?
Sim. Em joelhos com infecção ativa ou inflamação articular muito intensa, a aplicação costuma ser adiada. Pacientes com alergia conhecida ao produto também não devem recebê-lo. A avaliação individual define se o tratamento é adequado para cada caso.
Viscossuplementação dói mais que infiltração com corticoide?
O desconforto costuma ser semelhante ao de qualquer infiltração no joelho, feita com agulha fina e, quando necessário, anestesia local. O ácido hialurônico tem menos efeitos colaterais sistêmicos que o corticoide, o que amplia seu uso em pacientes diabéticos e hipertensos.